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A Educação da Vontade

Jules Payot

O clássico francês sobre o maior obstáculo do estudante: ele mesmo. Um tratado pacientemente construído sobre como vencer a preguiça, a dispersão e a covardia da vontade.

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Por que esse livro expande sua visão de mundo

Publicado em 1893 por Jules Payot, A Educação da Vontade é talvez o livro mais lúcido já escrito sobre o drama silencioso de quem quer estudar mas não consegue. Payot mostra, com precisão quase clínica, como a inteligência sozinha não basta: ela é refém da vontade, e a vontade, por sua vez, é refém de hábitos, paixões, vaidades e medos. O livro disseca cada inimigo interno do trabalho intelectual — a sensualidade, o devaneio, a vaidade social, a leitura dispersa, a falsa fadiga — e propõe um método paciente de reeducação moral. É leitura obrigatória para quem desconfia que seu maior problema nos estudos não é o conteúdo, mas o caráter.

Como usar na redação

Repertório de altíssimo nível para temas sobre educação, juventude, formação do caráter, disciplina, propósito, cultura do imediatismo, desinformação e crise da atenção. Cite Payot como autoridade clássica sobre o vínculo entre virtude moral e vida intelectual. Funciona especialmente bem como contraponto à ideia contemporânea de que basta 'método' ou 'técnica' para aprender — Payot mostra que, sem vontade educada, nenhum método se sustenta.

A inteligência é apenas serva: é a vontade quem reina. E nada se constrói de grande, nem na ciência nem na vida, sem essa força obscura e perseverante que se chama querer.

Para quem é indicado

Estudante que se reconhece adiando, dispersando e cedendo aos próprios impulsos — e que está disposto a tratar a vida intelectual como uma questão também moral.

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