Por que esse livro expande sua visão de mundo
Dawson é um dos maiores historiadores da cultura do século XX, e este livro é talvez sua síntese mais luminosa. Ele mostra que o Ocidente não é um acidente geográfico nem uma invenção iluminista: é o resultado de mil anos de fermentação espiritual, intelectual e institucional na Idade Média, em que monastérios preservaram a cultura, universidades nasceram da Igreja, o direito romano foi recuperado, a filosofia grega foi assimilada e uma nova civilização emergiu da junção entre Roma, Atenas, Jerusalém e os povos germânicos. Ler Dawson é desfazer o preconceito iluminista contra a 'Idade das Trevas' e perceber que tudo o que valorizamos hoje — universidade, hospital, direitos da pessoa, separação entre poder espiritual e temporal — tem raízes medievais profundas. É um livro que reorganiza a forma de ver a história.
Como usar na redação
Repertório de altíssimo valor para temas sobre identidade ocidental, religião e cultura, papel das instituições, formação da Europa, herança cristã, educação, universidade, e a relação entre fé e razão. Citar Dawson em redação eleva imediatamente o nível: é repertório erudito, raro, e demonstra leitor sério. Excelente munição para temas que pedem visão de longo prazo.
“Foi a Igreja, e não o Estado, a verdadeira criadora da unidade ocidental — e foi o monge, e não o guerreiro, o verdadeiro fundador da cultura europeia.”
— Christopher Dawson, Criação do Ocidente
Para quem é indicado
Leitores avançados, candidatos que buscam repertório histórico-cultural fora do óbvio, e estudantes interessados em compreender as raízes profundas da civilização ocidental.
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