Capa de O Cortiço
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O Cortiço

Aluísio Azevedo

O grande romance naturalista brasileiro: um cortiço carioca do final do século XIX cresce, prolifera e devora seus moradores. Aluísio Azevedo escreve a biografia de um organismo coletivo — onde a moradia é destino.

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Por que esse livro expande sua visão de mundo

Em O Cortiço, o protagonista não é uma pessoa, é o próprio cortiço — que nasce, se expande, se enriquece, se incendeia e se reconstrói às custas dos corpos de quem o habita. Aluísio Azevedo aplica ao Brasil o método naturalista: o meio determina o homem, o ambiente molda o caráter, a miséria reproduz miséria. O romance disseca raça, classe, sexualidade, trabalho, ascensão social e exploração com uma franqueza brutal para o seu tempo. João Romão, o português frio que enriquece pisando em todos, e Jerônimo, o trabalhador desfeito pelo trópico, são tipos que ainda explicam dinâmicas brasileiras vivas hoje. Ler O Cortiço é entender como a desigualdade brasileira já foi diagnosticada literariamente há mais de 130 anos.

Como usar na redação

Repertório de altíssimo valor para temas sobre habitação, desigualdade, favelização, especulação imobiliária, trabalho precário, racismo, imigração, e a relação entre meio e indivíduo. Romance canônico, sempre bem recebido em redação — e particularmente útil quando o tema toca em moradia, cidade ou periferia.

Era o cortiço que ia nascendo, espojando-se, alongando-se, espreguiçando-se naquela umidade lodosa, naquele calor quente que escaldava.

Aluísio Azevedo, O Cortiço

Para quem é indicado

Candidatos do ENEM, FUVEST e demais vestibulares, leitores que buscam um clássico do naturalismo brasileiro, e estudantes interessados em discutir desigualdade urbana pela literatura.

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